gabriela kessler
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
”Também já não tenho aquelas queixas infantis,
(...) na base do “tudo dá errado pra mim”, ou autopunições como “eu sou uma besta, faço tudo errado”.
Nada é errado
, quando o erro faz parte de uma procura ou de um processo de conhecimento.”
"Amor?
(...) Não sei.
É meio paranóico.
Parece uma coisa para enlouquecer a gente devagar."
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